👉 Aviões da Rússia e da CIA pousam em segredo no Brasil

Avião sancionado russo

Na última semana, o Brasil foi palco de uma sequência de episódios que levantam sérias dúvidas sobre nossa soberania e segurança nacional. Em um intervalo de apenas dez dias, pousaram em território brasileiro dois aviões militares de potências rivais: um cargueiro russo e um avião da CIA, ambos envolvidos em operações sigilosas. O silêncio do governo e a falta de explicações oficiais só aumentam as suspeitas.

O cargueiro russo em Brasília

No dia 10 de agosto, um Ilyushin IL-76, matrícula RA-78765, pousou na Base Aérea de Brasília. Operado pela Aviacon Zitotrans – empresa sancionada pelos Estados Unidos por servir à logística militar russa –, o avião partiu de Moscou, fez escalas em Baku, Argel e Conacri, até chegar ao Brasil.
A aeronave permaneceu três dias em solo brasileiro, isolada e longe dos olhos da imprensa. Nenhum detalhe sobre carga, tripulação ou objetivo da missão foi divulgado. O caso gerou reação no Congresso, onde parlamentares exigiram explicações formais sobre a autorização para a entrada desse avião militar em território nacional.

O enigma em Porto Alegre

Avião da CIA pousa no Brasil

No dia 19 de agosto, a tensão aumentou ainda mais. Um C-32B da Força Aérea dos Estados Unidos, avião ligado a operações secretas da CIA, pousou discretamente no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
Fotos divulgadas pela Agência RBS mostram agentes da Receita Federal ao lado da aeronave. Porém, a Polícia Federal foi impedida de realizar inspeções, levantando suspeitas sobre o real propósito da missão.

A suposta missão contra Nicolás Maduro

Recompensa pela captura de Nicolás Maduro.

Informações de bastidores apontam que o avião trazia uma equipe especial com uma missão ousada: executar Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. A escolha do Brasil como ponto de entrada teria sido estratégica, servindo como ato de intimidação contra o regime chavista e também contra o governo Lula, que manteve silêncio absoluto.
Há indícios de coordenação direta com forças americanas no Paraguai, sugerindo que uma eventual operação terrestre poderia ser conduzida a partir da região, à semelhança do que ocorreu com Saddam Hussein.

Um sinal de operação de Estado

Outro detalhe chama atenção: a presença do Comandante Alvin Holsey, alto oficial da Marinha dos Estados Unidos, a bordo do C-32B. Isso reforça que não se trata de uma missão rotineira, mas sim de uma operação de Estado no mais alto nível estratégico.

O silêncio cúmplice

Lula finge que não sabe o que está acontecendo.

Enquanto a embaixada americana em Brasília não se pronuncia, o governo brasileiro adota a mesma postura: silêncio absoluto. Esse mutismo, no entanto, não elimina a gravidade dos fatos.
Um avião militar russo e outro ligado à CIA pousaram em território nacional em menos de dez dias. Ambos em operações sigilosas. Ambos sem explicações claras à sociedade.

Conclusão

O pouso do C-32B em Porto Alegre entrou para a história como um ato de desafio aos regimes bolivarianos e como uma demonstração de fragilidade do Brasil diante das grandes potências. Seja por cumplicidade ou omissão, o silêncio do governo só reforça a sensação de que decisões cruciais para a segurança nacional estão sendo tomadas longe do olhar do povo brasileiro.

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